Um dia vislumbrei a história de um herói.
Este herói usava uma máscara e capa negra.
À noite assemelhava-se com um morcego.
Ele nem percebia quem ele era mais.
O homem ou o herói construído.
Mas conheceu uma mulher. Também uma heroína.
Também com sua máscara.
Apaixonou-se.
Mesmo se ele quisesse se esconder, sua máscara era transparente para ela.
Ela observava a sua alma.
E isso o fascinava.
Viveram aventuras juntos nas sombras da noite.
Conheceram pedaços um do outro que ninguém jamais poderia saber.
Exatamente o que a máscara tentava esconder.
Exatamente o que a máscara tentava esconder.
Mas como em toda história de herói existia um vilão.
Mas este não era um vilão comum.
Morava de forma diferente dentro do coração de ambos.
Com o tempo o vilão conseguiu os separar.
...
Sobre a heroína não soube mais nada.
Mas este herói tentava colocar a sua máscara novamente, mas o peso dela era tanto que ele não a suportava.
O vilão que o consumiu destruiu o herói.
Perder a pessoa que o completava, servia de vigia a suas costas, foi grande.
A vergonha.
Ele sabia que havia falhado. Nem a sua máscara poderia esconder a vergonha que sentia em seus atos.
...
O homem prevalece frente ao herói.
Mas ainda assim este homem esconde-se nas sombras.
Talvez ele espere o rufar de asas noturnas se aproximando.
O arauto de que sua heroína se aproxima.
Mesmo que apenas como uma amiga de aventuras.
...
Aliás, é só o que ele espera!
Uma amiga de aventuras!
A sua amiga!
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