quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Frase da semana:

Não sou camaleão, tenho dificuldade de me adaptar ao meio!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Frase da semana:

Não quero que meus alunos saibam a temperatura de equilíbrio entre o café e o leite!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Imagens: Calçadão de Canoas


Sentado em um banco no calçadão de Canoas (7h30 do dia 17/11/2009)

...

A natureza luta por espaço.
Veja um bem-te-vi montando seu ninho.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Frase da semana:

Sorrir nos faz enxergar os detalhes do mundo

e são nos detalhes que moram as possibilidades

Frase da semana:

Sorrir nos faz enxergar os detalhes do mundo

e são nos detalhes que moram as possibilidades

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Frase da semana:


"Como conseguir ser uma fortaleza se não passo de escombros?!"

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Laurence Tholf: Tempestade

Certa vez, um paladino, que tinha em mente o auto-sacrifício em prol dos outros, avistou uma tempestade ao horizonte.

Ele sabia que se aquela tempestade se jogasse contra ele poderia ser o seu fim.

Então, resolveu observá-la ao longe pra ver como ela iria se desenrolar.

Mas cometeu um grave erro.

Aquela não era uma tempestade normal, era uma tempestade mágica, que o fascinou, então, se aproximou demais.

Não conseguia dizer quando ela tinha passado, tinha dúvidas, não via pássaros mais nos céus, nem sinais de alegria.

Provavelmente aquela tempestade destruiu algo. Algo de muito valor!

O nobre paladino não sabia naquele momento se o que foi destruído foi o seu ser ou o chão o qual ele ainda deveria pisar na frente.

(ou qualquer outra coisa)

De qualquer forma ele estaria fadado a encarar os resultados da tempestade mágica, sem saber o que ela tinha danificado e mesmo se ela havia passado.

Pisou no chão, olhou pro céu e chorou por um instante por todos que precisariam de sua ajuda. Naquele instante ele pediu forças ao seu deus.

Mas no fundo, sua maior preocupação era com as mudanças causadas dentro de si.

O medo do desconhecido nos destrói em pensamento, em vida!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Frase da semana:

"As pessoas não te procuram pra te ajudar, pra perguntar como tu tá, pois tu parece uma pessoa forte!"

será?!

sábado, 10 de outubro de 2009

Laurence Tholf: sobre o outro mundo dentro de mim

Meus olhos enxergam aquilo que não consigo compartilhar com meus amigos, aqueles que me cercam!

Acho que nunca tive um amigo verdadeiro nessa jornada, aquele que me conhecesse.

Vejo felicidade onde outros não vêem!

Vejo dor onde só há alegria!

Você conseguiria viver tendo pensamentos que não consegue compartilhar com ninguém?!

Sabendo que está isolado em um mundo só seu, e não há ninguém ao seu lado?!

Encaro tudo com outros olhos, pois me são reveladas coisas que para outros não o são.

A morte para mim não é um problema! Já pensei em me livrar desta maldição através dela!

Mas nem sempre acho que isso é uma maldição, se sou impelido a me mover adiante pra levar minha palavra para aqueles que dela precisam, é o que tenho que fazer!

Vivo minha vida, com um sorriso trincado no rosto, mas minha alma é negra!

sábado, 3 de outubro de 2009

Frase da semana:

"Limpar meus óculos não vai limpar a podridão do mundo. Então, eu verei o mundo sujo, com ou sem óculos!"

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Notas de aula: Correntes

Certo dia, em uma sala de aula qualquer...

Professor: "Todos temos correntes que nos prendem!"

Aluno: "As tuas te prendem onde?"

Professor: "Todos somos presos pelo sistema! Podemos querer mudar, mas sempre aparece uma que nos segura."

Não só pelo sistema, mas minhas correntes estão mais pesadas do que posso suportar! Não consigo gritar!

sábado, 26 de setembro de 2009

Frase da semana:

"O coração pode estar sempre certo, mas não sabemos ouví-lo!"

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Laurence Tholf: Sobre o tempo


Certa vez conduzi um grupo de aventureiros pelos caminhos mais longos, evitando caminhos diretos até onde queríamos chegar!

Até que um anão revoltado me indagou o motivo daquelas "voltas inacabáveis", como chamou.

Olhando nos olhos do anão e depois nos olhos cansados dos aventureiros eu lhes disse:

"Estaríamos todos nós preparados para chegar no nosso motivo, o nosso graal, se fossemos diretamente na direção dele?
Já me chamaram de lesma, e nem por isso pretendo ir direto ao ponto sem antes ter certeza de que estamos preparados.
Você sabe o que iremos encontrar?
Pois eu tenho uma idéia, uma intuição baseada nas minhas vivências, nas histórias que o vento me trás. E acredite, eu preciso ouvir toda a história para atingir o nosso graal.
Jamais daria voltas desnecessárias, isso tudo é um teste.
Não necessariamente para nós, mas principalmente para nós.
Tudo tem um tempo, e no tempo certo... aquilo é o tudo, o infinito!"

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Frase da semana:

"Eu acho que o NORMAL do jogo é roubar!"

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Frase da semana:

"Eu não tenho que aceitar só porque o professor disse!"

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Laurence Tholf: Ninguém conhece ninguém

Por mais que eu viva

Por mais que eu encontre pessoas

Por mais que eu deixe elas se aproximarem de mim e contarem suas histórias

Não devo mostrar para elas nada mais que a voz que canta

que conta

que encanta

...

Sou um instrumento, e isso basta!

Irei servir, irei intermediar

Se precisar se referir à mim, me chame de Bardo

Você ia acabar me chamando disto, uma hora ou outra, mesmo sabendo meu nome!

...

No fundo, ninguém conhece ninguém

Sou só uma voz na sombra

Mas não se preocupe, pois meu caminho é a luz!

Farei de tudo para colocá-lo no caminho certo

E o certo para você, não é o meu caminho

Pois cada um tem seu caminho

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Frase da semana:

"I'm not a king, I'm just a bard"

domingo, 2 de agosto de 2009

Laurence Tholf: Encontre-se

Nos vêmos pelo brilho dos olhos de outra pessoa

Pelas rimas de um bardo, de um escaldo

Não existe outra forma melhor de se enxergar, de se encontrar

Podemos até fazer isso sozinhos, mas muitos enlouqueceram no processo

Saber como nos encaixamos ao nosso redor é uma arte, por isso precisamos prestar atenção utilizando todos os sentidos que nos foram dados

Inclusive aquele que achamos ser de duvidosa existência, a precognição

Você pode se encontrar no olhar de um animal, no som do vento, ou até no meu som

Encontre quem você é realmente!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Laurence Tholf: sobre mapas errados

Certa vez, viajava seguindo um mapa, pois era a primeira vez que pisava por aquelas terras. Eu falava ao meu grupo sobre o que iríamos ver, coisas que tinha ouvido dos outros bardos (ou dos ventos frios), até o dia em que meu discurso não batia com o que víamos.
Talvez, em alguma encruzilhada tenhamos pego um caminho errado, mas ao refletir disse:

"O mapa está errado!" - disse já o rasgando

Segui desde então meus instintos, nunca mais confiando em nada que me apontasse um rumo.
Não existe nada melhor que os nossos instintos, aquilo que sentimos!

Até hoje, não sei se aquele mapa estava certo ou errado!

domingo, 12 de julho de 2009

Frase da semana:

"Sou sufocado por mãos invisíveis!"

sábado, 4 de julho de 2009

Frase da semana:

"Sou apenas uma marionete do sistema, a diferença é que eu reconheço meus cordões!"

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Notas de Aula: Beijo

Certo dia, em uma sala de aula qualquer...

Para que os alunos fizessem silêncio, me postei em frente à turma, cruzei os braços e fiz cara feia. Ficava encarando quem tava conversando.

Lá do fundo da turma, um aluno levantou e veio caminhando calmamente até a frente. Chegando, me deu um beijo no rosto.

Não há cara de mau que segure um Diego frente a isto. Caí na risada! =P

domingo, 7 de junho de 2009

Laurence Tholf: sangue, neve e vozes

Aqueles que nasceram para atender as vozes do mundo não podem ser lembrados por si próprios. Nós reproduzimos apenas as mensagens passadas através dos ventos, dos olhos dos animais e... até mesmo, das sombras! Sim, meu amigo! Pois não só feitas de heróis são estas histórias, pois para existir um herói, é necessário um grande inimigo.

Bondade e maldade são apenas pontos de vistas diferentes. Você tem uma idéia do que é bom, pois seus pais o convenceram das coisas corretas, ou seja, as coisas “boas”, mas isso não passa de um ideal criado por pessoas.

Entender as raízes do que torna uma pessoa tão diferente de outra, bem e mal, é meu destino. Minha maldição!

E você meu amigo, perguntou quem sou eu. E é disso que irei falar esta noite, aqui cercado pelas sombras neste acampamento, ou seria iluminado pelas chamas?

Falar de mim próprio não é algo que faço, pois como disse, sou um instrumento que conecta as pessoas, com histórias passadas, de heróis esquecidos, vilões esquecidos, reis esquecidos, mundos esquecidos, muitas destas pessoas que mal conhecem os deuses deste mundo. Um instrumento não pode ser lembrado, mas seu som, nunca será esquecido dentro do coração daqueles que o ouvem.

Mas vou atendê-lo, irei falar de mim. Mas apenas hoje. Será a primeira e última vez que alguém ouviu a história do instrumento chamado Laurence Tholf.

Sim meu amigo, este é meu verdadeiro nome, e nem me lembro mais da última vez que o pronunciei.

Laurence nasceu em terras desoladas, frias, onde a sobrevivência era um desafio diário. Herói nesta terra era aquele que conseguisse sustentar sua família. E acredite, existiam muitos. Bravos homens e mulheres que lutavam a cada dia, navegavam, saqueavam outros povos, mas traziam comida para suas famílias. Seria possível chamar estes homens e mulheres de maldosos? Eles matavam sim, mas era por sobrevivência, era por amor a seus amigos e parentes. Nesta história veremos muita “bondade” e “maldade”, e veremos por muitas ópticas.

A família Tholf era composta por um pai, vigoroso e grande navegador, um líder nato, mas também contava com uma mãe, bela, sadia, e igualmente uma líder. Mas o que o pai tinha de liderança de batalha e navegação, a mãe tinha de liderança de organização, ordem. Ambos se apaixonaram pelo espírito independente, e selvagem um do outro. O pai apaixonou-se pelos olhos de cores diferentes da mãe, um verde como as águas de mares mais quentes, e outro castanho de um tom escuro, que lembravam tristeza. A mãe apaixonou-se pelos ombros largos, os cabelos ruivos ondulados maltratados, e pela beleza selvagem do pai.

Muitos nomes desta história não serão revelados, pois nomes são esquecidos, mas idéias, estas nunca são esquecidas.

A família Tholf ainda tinha quatro filhos. Três homens, e uma bela mulher. O mais velho acompanhava o pai em suas viagens, desde muito cedo, tinha paixão pelo mar e pelo sangue. Era um guerreiro, assim como o pai. O segundo filho era mais parecido com a mãe. Ajudava a vila a se defender, e fazia com que os corações das moças do vilarejo caíssem em amor pela sua beleza. A garota era a terceira em ordem de nascimento. Bela como a mãe e selvagem como o pai, causava muitos problemas para os seus irmãos. O quarto era nosso personagem, Laurence. Um garoto nitidamente tímido, franzino e com nenhuma beleza em especial. Alguns diziam que após tantos belos filhos, com talentos tão especiais, Laurence era a imagem do desgaste da família.

Como era o mais jovem, cresceu sem nenhuma obrigação para com a sua família. Isso fazia com que Laurence, um garoto precoce, que sempre aprendeu muito rápido, aprendesse de tudo um pouco. As pessoas não percebiam, mas por detrás daqueles olhos bicolores como os da mãe existia uma inteligência que há anos não se via para aquelas pessoas.

Mas a vida do garoto mudou quando ele estava com 16 anos. Sem nenhum talento para batalha, Laurence era ridicularizado pelo seu povo, um povo guerreiro. Foi com esta idade que o vilarejo foi atacado pelos inimigos do pai. O ataque foi à noite, e aquela noite ficou para sempre iluminada nos olhos de Laurence. A vila queimava, tinha cheiro de carne e óleo queimados. Laurence viu sua irmã ser violentada, assim como sua mãe, tentou reagir, mas foi incapaz, escapou da morte naquele instante por um triz. Ferido, tentou fugir. Viu as pessoas morrerem queimadas, cortadas, decapitadas... viu seu povo morrer, viu a cabeça do seu irmão perdida pelo chão, quase desmaiou, mas seguiu com sua fuga. O ataque foi implacável, e não se pode dizer que foi um ato de “maldade”, pois eles buscavam a vingança sim, mas quem tinha atacado primeiro? Quem matou o povo do outro primeiro?

Laurence corria, corria e corria. Não sabia para onde estava indo, mas estava indo para longe daquele massacre. Foi quando uma besta o atacou, o derrubando na neve. Estava cercado por uma matilha de lobos da estepe. Duas ou três destas bestas pularam sobre mim, rasgaram minhas roupas, morderam. Lembrar de como não fui devorado por estas bestas é difícil, pois neste instante minha vida mudou. Tive a sensação de que toda a neve brilhava, o chão brilhava, talvez eu estivesse morrendo, mas a questão é que eu vi, ouvi, outros lugares, outros mundos. Vi reis, heróis, vilões, grandes reinos, povoados heróicos, idéias e ideais. Vi deuses. Vi criaturas espreitando nas sombras de muitos mundos. Vi reinos de chamas, reinos de água. Vi gigantes cuja pegada poderia ser um mundo todo novo para nós. Vi mundos tão pequenos, que poderiam caber inteiramente em um único de nossos poros.

...

Nunca havia contado para ninguém isso, pois este é o início de uma nova visão do NOSSO mundo. Alguns poderiam dizer que isso é mentira, outros que é pura invenção, mas a questão é: quem nunca se deparou em o quão insignificantes nossas vidas são? Adquirimos conhecimentos que podem acabar em um único golpe de espada. Somos apenas carne no final de contas. Somos mesmo? Quem nos disse isso? Assim como temos uma visão de “bondade”, temos uma visão daquilo que somos. Uma visão daquilo que acreditamos ser. Ninguém, nunca poderá nos dizer aquilo que somos, apenas nós mesmos. E esta é parte da minha missão. Mostrar para as pessoas, que podem existir muitas outras coisas além de nossas fazendas. Mostrar que podem existir muitas outras pessoas que fizeram a diferença em suas vidas, não importando o onde e o quando. Mostrar que a “bondade” e a “maldade” são apenas pontos de vista de uma mesma história.

...

Quando acordei, estava muito diferente. Sentia-me diferente. Sentia com vontade de correr o mundo, com vontade de viver. Nunca soube o que houve com os lobos, mas quem se importa? Eu estava vivo. Laurence estava vivo.

Vaguei muito tempo, mas o tempo perdeu sua noção para mim. Não por estar em um estado de limite físico e mental, mas por não estar nem aí.

Laurence sentiu frio, pois suas roupas haviam sido rasgadas, sentiu fome, pois onde encontrar comida em um deserto gélido? Sentiu dor, dor pela perda daqueles que conheceu, e pelos seus ferimentos.

Mas Laurence estava feliz. Feliz por poder seguir adiante. Feliz pois queria contar a todos o que vira.

Desde aquele dia, Laurence passou a observar melhor as nuvens, os ventos, as trevas. Conhecia histórias, cada vez que observava estas coisas. Histórias de mundos, deuses, heróis...

A vida de Laurence foi garantida graças a ele encontrar um viajante. O viajante tratou de seus ferimentos, lhe deu comida e roupas. Acompanhou-lhe até novas terras. Terras longe do frio, da neve e da vastidão branca.

Laurence havia conhecido em sua vila Escaldos. Homens que se dedicam à arte, que acompanham aventureiros, para aprender com estes e lhes servir como “conselheiro”, pois são conhecedores de histórias sobre quase qualquer coisa.

Laurence quis ser um destes homens. Pois assim, podia passar seu conhecimento a outros, suas visões, seus pontos de vista.

Laurence compôs músicas para tocar em seu alaúde, instrumento que havia aprendido a tocar em sua vila com um velho escaldo local. Aprimorou sua técnica, é claro.

Ele seguiu grupos, aprendeu, ensinou, e hoje está aqui contando a você esta história. Guarde-a, conte-a, faça o que quiser com esta história, mas uma coisa é certa: não deixe ninguém lhe dizer o que fazer com ela. Apenas VOCÊ pode fazer suas próprias decisões.

Agora é tarde, vá deitar. Amanhã precisamos seguir viagem. Vou tocar uma música para que você descanse e sonhe.

...

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Notas de Aula: "Sor, o senhor vai no banheiro também?!"

Certo dia, em uma sala de aula qualquer...

Na real, em um banheiro qualquer...

Estava eu entrando no banheiro, quando dou de cara com um aluno: "Sor, o senhor vai no banheiro também?!"

Sim! Pode ser difícil de acreditar, mas professores cagam, peitam e até mijam às vezes.

Somos seres que erram também (posso julgar um aluno mal), mas como todo mundo que erra, preciso reconhecer meus erros.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Notas de aula: Isto foi muito afudê!

Certo dia, em uma sala de aula qualquer...

Havia assumido uma turma no final do ano, e na primeira aula, sendo que eram dois períodos seguidos, toca o sinal para o segundo período e todo mundo se levanta e sai pela porta deixando o professor com cara de babaca (normal) olhando para aquilo.

Acontece que haviam trocados períodos e eles teriam, pelo horário antigo, o primeiro período de Física e depois outro de outra disciplina.

Sai o professor atucanado atrás dos alunos, põe todo mundo pra dentro da sala e quando tudo se acalma, olha para os alunos e diz: Isto foi muito afudê!

...

Esta turma era uma turma de formandos e eu a assumia no último trimestre do ano. Duas semanas depois deste ocorrido a turma escolhia o seu professor homenageado, e, este professor que vos narra, perde por apenas um voto.

Acho que era o destino, ou algo assim. Eu merecia a turma e ela me merecia! Éramos como queijo e goiabada, feitos um para o outro!

domingo, 22 de março de 2009

Notas de Aula :Sobrancelha

Certo dia, em uma sala de aula qualquer...

Primeiro dia de aula em uma turma no Stella:

Diego: ... então minha avaliação é assim! Alguma pergunta?

Aluno: Como tu consegue levantar uma sobrancelha só?!

Risadas gerais!

Diego: É genético! Tem pessoas que conseguem erguer e outras que não conseguem. Tem gente que ergue uma sobrancelha só e a outra não. - diz isto levantando ora uma sobrancelha, ora outra -

Todos: - imprecionados - *-*

...

Na real, não sei se é genético ou não, li alguns comentários na internet e isso me deixou em grande dúvida. Tinha visto em algum lugar (Beakman talvez) que era genético. Se alguém tiver uma experiência de vida em levantar ou não levantar sobrancelhas, por favor, compartilhe comigo!