Não importa por onde você ande.
Não importa para aonde você vá.
Você deverá ser o que deve ser e manter-se de pé.
...
Foi o que um bardo me disse quando eu ainda era um garoto franzino em uma cidade gélida.
Ele estava certo.
Caminhei por estradas sem rumo. Acompanhado ou sozinho.
Desejei as sombras da noite como nunca.
Me pegava vislumbrando o crepitar de uma fogueira noturna ou ainda a face redonda e luminosa da lua cheia.
Meus únicos e verdadeiros companheiros eram meus pensamentos (...), uma cerveja e um cigarro.
Perdi-me na nostalgia de noites antigas e passadas.
...
Meu alento são vícios.
Sendo o maior deles são meus pensamentos fragmentados.
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