Visualize um pequeno mundo de pequenos horizontes.
Tudo que existe neste mundo é um habitante atarefado com pequenos problemas diários e uma rosa.
Este pequeno habitante pensa em mundos além do dele.
Longe de sua rosa.
Viaja.
Viaja por mundos muito maiores e até menores.
E eis que tudo que ele encontra ao final da sua jornada é a saudade daquele pequeno mundo, da sua rosa.
...
Não é porque enxergamos horizontes pouco amplos que a felicidade não mora nele.
Talvez ela esteja bem próxima.
Seja nas pétalas macias de uma rosa, em seus espinhos ou no gigantesco mundo que ela revela escondido dentro de suas pétalas.
...
Sentir, viver, querer mais.
...
Mas tudo que me faz pensar é que devemos valorizar o que temos.
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Pode ser que em nossa jornada em busca de maiores horizontes nunca iremos encontrá-los.
E pensaremos na saudade deixada para trás.
Pode ser que nunca possamos voltar e ver o gigantesco mundo que uma simples rosa pode nos revelar.
Pode ser que seja tarde demais para descobrirmos que tínhamos tudo.
...
Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que a fez tão importante.
...
Não existe tempo que possa curar o espinho cravado em um coração.
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