sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Laurence Tholf: Horizontes que vem, rostos que vão

A cada novo dia abrimos nossos olhos em busca de novos horizontes!

Mesmo o mais simples dos homens busca isto, anseia!

O coração dos homens vislumbra horizontes que existem apenas em seus sonhos, em histórias contadas por bardos, e deseja conhecê-los!

Mas não exite um novo horizonte que chegue sem um rosto que se vá!

Para os corajosos sempre haverão novos horizontes!
Corajosos, pois deixarão para trás olhares, sorrisos...

Que o canto de pássaros desconhecidos permeiem minha audição, que as cores de paisagens de que apenas ouvi falar me encantem!

Que novos horizontes surjam e com eles novos rostos!

...

Carregarei para sempre cada olhar, cada sorriso...
Não existe palavra proferida que não seja esquecida, mas mesmo assim, para cada palavra dita sobre lindas paisagens existe sua verdade! E ela sempre existirá!


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Laurence Tholf: Histórias já contadas

Por que histórias já contadas tendem a voltar na minha mente?!

...

Por quê?

...

Existe algum sentido em recontar, reviver estas histórias?
Não deveria eu estar contando novas histórias, que os ventos me sussurram?

...

Seja como for, elas tendem a voltar em minha mente!

...

Você pode esquecer o nome, mas o som que tocou no seu coração jamais será esquecido!

...

E ele retornará em nossas mentes!
Pois a música do bardo e suas histórias jamais são esquecidas!
...
Apenas os nomes!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Laurence Tholf: Sobre Mundos

Ordem é uma coisa estranha, provavelmente criada pelo homem para explicar eventos ou criar situações.

O mundo, ou melhor, os mundos giram em uma espiral, a espiral do caos.

Quem busca ordem ou explicação esquece-se de uma coisa muito básica:

Tudo ao caos pertence!

Por que perder tempo com o significado e a importância das coisas?

...

Por quê?

...

Se compreendermos que o caos é a verdadeira ordem do mundo tudo fica mais fácil de ser compreendido, como...

... monarcas que deveriam ser um exemplo, um espelho para a sociedade, levando uma vida de depravassões e ganância...

... sentimentos que eclodem sem serem chamados e desaparecem com a mesma intensidade...

...

...

...

Uma fogueira pode arder enquanto houver lenha, mas mais importante do que lenha, precisa de pessoas para alimentá-la.

...

O fogo arde nos corações dos bravos...

... ou dos tolos!

...

E mais uma vez, nesta espiral, o mundo vai girar!

domingo, 28 de agosto de 2011

Laurence Tholf: Buscando um sinal

Certa vez, caminhei por jogos mentais criados por uma floresta.

Meus aliados sofreram, mas eu não conseguia nem vê-los.

Estava preso nos meus próprios jogos!

Envolto por sombras
...
Ar denso
...
Coração apertado
...

Todos os nossos medos e anseios revelados para nós como em um espelho.

Um espelho quebrado que reflete coisas confusas, reflete a mesma coisa mais de uma vez!

Caminhávamos em busca de um sinal! Um sinal que provavelmente nunca chegará, mas não poderia deixar de acreditar, não é mesmo?

Sonhos, realidade, sonhos...

Tudo está confuso!

E este sinal?

Existe?

Ou eu sou cego e não o vejo!

Ele já passou?!

...

Onde estamos?

domingo, 21 de agosto de 2011

Laurence Tholf: O futuro e os sentimentos

Pensar no futuro ou tentar entender sentimentos é destruidor.

Impossível!

Incoerente!

...

O futuro ao futuro pertence!

Não há razão aos sentimentos!

...

É preciso desligar-se das coisas, aproveitar momentos, deixar o futuro e os sentimentos para quando houver uma resposta!

Essas coisas não tem respostas quando queremos!

Estas se apresentam pra nós na hora certa!
Apenas na hora certa!

sábado, 20 de agosto de 2011

Laurence Tholf: Conexões

É estranho pensar em como as coisas conectam-se.

Pessoas conhecem-se todos os dias, apegam-se...

Realidade é outra coisa complicada.

Verdade é que criamos coisas, vemos mais do que existe e queremos viver aquilo...

... e com o tempo... tudo parece mudar.

A realidade mudou?

O que é realidade?

Falsidade?

Duvido muito!

Como bardo tenho que acreditar que existam conexões reais, que o que as pessoas dizem é real!

As coisas apenas hibernam ou diminuem de intensidade...

Até quando?!

...

Quando criamos uma conexão recebemos um fragmento da realidade!

O que fazer com este fragmento, frágil e desgarrado?

Jogá-lo ao mar de ilusões ou... buscar mais fragmentos?

Alguém falou que seria fácil?

Por que não é...
... não está sendo!

Lembrar de palavras, gestos, situações, lugares e...

... o que foi aquilo?

Realidade?

Conexões!

Conexões cujos os fragmentos desgarrados da realidades hoje estão em algum lugar...

Será que se reconectam?

Entender o que não pode ser compreendido!

Entender como o passado se conecta com o presente!

Alguém falou que seria fácil?

... não está sendo!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Laurence Tholf: O trabalho de um bardo

Faz parte do trabalho de um bardo saber quando uma história deve terminar...