domingo, 28 de agosto de 2011

Laurence Tholf: Buscando um sinal

Certa vez, caminhei por jogos mentais criados por uma floresta.

Meus aliados sofreram, mas eu não conseguia nem vê-los.

Estava preso nos meus próprios jogos!

Envolto por sombras
...
Ar denso
...
Coração apertado
...

Todos os nossos medos e anseios revelados para nós como em um espelho.

Um espelho quebrado que reflete coisas confusas, reflete a mesma coisa mais de uma vez!

Caminhávamos em busca de um sinal! Um sinal que provavelmente nunca chegará, mas não poderia deixar de acreditar, não é mesmo?

Sonhos, realidade, sonhos...

Tudo está confuso!

E este sinal?

Existe?

Ou eu sou cego e não o vejo!

Ele já passou?!

...

Onde estamos?

domingo, 21 de agosto de 2011

Laurence Tholf: O futuro e os sentimentos

Pensar no futuro ou tentar entender sentimentos é destruidor.

Impossível!

Incoerente!

...

O futuro ao futuro pertence!

Não há razão aos sentimentos!

...

É preciso desligar-se das coisas, aproveitar momentos, deixar o futuro e os sentimentos para quando houver uma resposta!

Essas coisas não tem respostas quando queremos!

Estas se apresentam pra nós na hora certa!
Apenas na hora certa!

sábado, 20 de agosto de 2011

Laurence Tholf: Conexões

É estranho pensar em como as coisas conectam-se.

Pessoas conhecem-se todos os dias, apegam-se...

Realidade é outra coisa complicada.

Verdade é que criamos coisas, vemos mais do que existe e queremos viver aquilo...

... e com o tempo... tudo parece mudar.

A realidade mudou?

O que é realidade?

Falsidade?

Duvido muito!

Como bardo tenho que acreditar que existam conexões reais, que o que as pessoas dizem é real!

As coisas apenas hibernam ou diminuem de intensidade...

Até quando?!

...

Quando criamos uma conexão recebemos um fragmento da realidade!

O que fazer com este fragmento, frágil e desgarrado?

Jogá-lo ao mar de ilusões ou... buscar mais fragmentos?

Alguém falou que seria fácil?

Por que não é...
... não está sendo!

Lembrar de palavras, gestos, situações, lugares e...

... o que foi aquilo?

Realidade?

Conexões!

Conexões cujos os fragmentos desgarrados da realidades hoje estão em algum lugar...

Será que se reconectam?

Entender o que não pode ser compreendido!

Entender como o passado se conecta com o presente!

Alguém falou que seria fácil?

... não está sendo!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Laurence Tholf: O trabalho de um bardo

Faz parte do trabalho de um bardo saber quando uma história deve terminar...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Laurence Tholf: Coração tranquilo

Não existe nada que não se resolva com um coração tranquilo.

Inquietação só gera coisas que se quer existem.

Apenas um coração tranquilo sabe a verdade!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Laurence Tholf: Enxergando além das próprias trevas

Por mais que eu diga ser um instrumento, alguém que ouve as vozes do vento, que vislumbra mundos, ainda sou um humano.

Meu sorriso pode estar trincado, mas meus olhos mostram tudo que vivi, as coisas que vi e acredito.

Tocar as pessoas e levar minha música até elas pode ser minha sina, mas ainda assim tem vezes que sou tocado.

E isso... torna tudo mais difícil.

Como poderei analisar situações, ponderar entre o bem e o mal, saber que em tudo tem dois lados opostos interligados se... meu coração não está tranquilo?

Meu coração precisa estar tranquilo para ouvir vozes ao vento, sussurros...

Meu coração precisa estar tranquilo para passar a tranquilidade!

Nestes momentos de intranquilidade é quando eu me afasto de qualquer grupo de aventureiros, tento me desligar.

Enxergar além das próprias trevas, dos próprios medos e anseios.

Preciso olhar o horizonte, mas em foco, não desfocado.

Águas paradas, escuras... procure não saber o que elas carregam se não estiver pronto para saber!

Não beba destas águas!

Beber desta água causará ondulações que por mais fracas que sejam poderão acordar coisas adormecidas ...

Preciso hibernar novamente meus monstros!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Notas de Aula: Coisas que temos que ouvir

Certo dia em uma sala de aula qualquer...

Professor: Entendeu?

Aluno: Não!

Professor: O que tu não entendeu? O raciocínio?

Aluno: O raciocínio eu entendi.

Professor: ... não entendeu a conta?

Aluno: Não, a conta eu também entendi.

Professor: O que tu não entendeu então?

Aluno: Não entendi pra que isso me serve.

Poderia dizer que para desenvolver o teu raciocínio,
pra passar no vestibular,
pra passar de ano.

Acho que só a última já basta!
...
Outro certo dia em uma sala de aula qualquer...

Aluno: Professor! Pode me ajudar aqui?

Professor: Fala!

Aluno: Não, é que eu sei fazer, mas eu só não entendi a questão!

Olha, então tu só não entendeu tudo!